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Nenhum telescópio ou sistema de processamento de dados é perfeito.
E às vezes, meteoros ou satélites passam na frente do campo de visão
do telescópio. As figuras abaixo mostram estes "artefatos" - erros e
surpresas que aparecem nos dados. A ferramenta de Navegação não exibe os artefatos.
Para aprender mais sobre como o SDSS coleta e processa os dados, veja a
seção Sobre o SDSS
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Este 'fantasma' vermelho é o resultado da luz de uma estrela vermelha
próxima e muito brilhante, refletida dentro do telescópio.
Embora essas reflexões sejam em geral bem fracas, no caso
de fontes muito intensas, elas provocam esse tipo de artefato.
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O 'fantasma' azul é o resultado da luz de uma estrela vermelha
próxima e muito brilhante, refletida dentro do telescópio.
Ele é azul porque foi refletido no detector com o filtro azul.
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Um satélite em órbita baixa ao redor da Terra.
A variação de intensidade da luz é devida à
rotação do satélite.
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Um meteoro brilhante flagrado durante a sua entrada na atmosfera da Terra.
O rastro é verde, porque foi captado somente em um dos cinco filtros do SDSS.
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Um satélite em órbita baixa ao redor da Terra.
A variação de intensidade da luz é devida à
rotação do satélite.
Ele cruzou o campo de visão do telescópio muito rapidamente
e parece vermelho porque a sua trajetória apareceu no detector
com filtro vermelho, não porque o satélite seja vermelho.
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Cada estrela brilhante aparece como uma 'cruz' inclinada na imagem.
Isto é um 'padrão de difração', e é causado pela luz espalhada
nas quatro hastes que sustentam o espelho secundário do telescópio.
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Qualquer estrela, por mais brilhante que seja, ainda é vista como um ponto.
Elas apenas parecem extensas, com este 'halo' por causa da luz espalhada dentro do telescópio.
Os traços verticais e horizontais são devidos a 'vazamentos' de carga dentro do detector.
Nas imagens originais, eles eram muito piores, mas os programas
conseguiram remover a maior parte do efeito. |
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